O celular implantado no braço funciona à base de energia humana, ou seja, o sangue, é a proposta do “Digital Tattoo Interface”, que ganhou destaque na Greener Gadgets Design Competition, realizada em fevereiro, em Nova York. O dispositivo pode detectar alterações sangüíneas, alertando o dono quando registrar um problema de saúde.
O conceito criado por Jim Mielke envolve uma tela tatuada na pele com tinta eletrônica, equipada com tecnologia Bluetooth. O dispositivo fica aparente ou não, e se transforma dependendo do que o usuário precisa fazer. Ao receber uma chamada, por exemplo, o usuário responde pressionando um pequeno botão tatuado na pele. Durante a chamada, a tela “ganha vida” e mostra a pessoa com quem se fala, como um vídeo digital. Ao encerrar a chamada, a tela desaparece.

Mais detalhes sobre o “Digital Tatoo Interface” podem ser visto no atalho http://tinyurl.com/2rbkeh.
Fonte:www.terra.com.br
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